Sem clichés. Sem guiões. Sem encenações.
Apenas presença, curiosidade e uma história que merece ser contada.
Comecei no vídeo — videoclipes, documentários, histórias visuais construídas sobre ritmo, luz e emoção. Algures nesse caminho, os casamentos encontraram-me. Ou talvez eu tenha finalmente abrandado o suficiente para os notar.
Ali estava tudo o que eu amava no cinema — movimento, timing, emoção — mas sem atores nem guiões. Sem repetições. Sem controlo. Apenas pessoas reais, a viver um dos dias mais significativos das suas vidas.
Foi nesse momento que tudo fez sentido: é isto que eu devo documentar.
O Make Me Feel nasceu dessa percepção — não como uma marca, mas como uma promessa.
A promessa de ser honesto. De notar o que tantas vezes passa despercebido. De criar um trabalho que não seja apenas bonito de ver, mas que se sinta como verdade.
Depois de mais de uma década e de 300 casamentos, o propósito mantém-se intacto: documentar como o dia foi sentido — e não apenas como ele pareceu.
Sem modas. Sem vazio. Apenas o sentir.
O sentimento primeiro. Sempre.
Os casamentos são feitos de pequenos momentos fugazes — o fôlego nervoso antes da cerimónia, o aperto de mão, o riso que quebra a tensão.
A luz, a composição, a cor — tudo isso importa. São ferramentas. Mas a emoção é a linguagem.
O meu trabalho é documental na alma e profundamente emocional por natureza. Fotografo pessoas, não poses. Filmo conexões, não espetáculos.
O objetivo é simples: quando olharem para trás, não se limitem a recordar o que aconteceu — que o possam sentir novamente.
14 anos. Centenas de histórias. Uma constante: o sentir.
“Fotografo pessoas, não poses.”
Porquê este nome? Porque é disso que tudo isto se trata.
Os casamentos são feitos de sorrisos, abraços, lágrimas, nervos, gargalhadas e arrepios — pequenos momentos que nos atravessam antes mesmo de darmos conta.
A luz, o enquadramento, a cor — são ferramentas. Mas o sentir? Isso é tudo.
O meu trabalho é honesto, documental e profundamente emocional. Fotografo pessoas, não poses. Quero que olhem para trás e sintam o vosso dia novamente — o calor, o silêncio, a euforia e a ternura. Esta é a minha história sobre Fotógrafia Documental de Casamentos em Portugal.
O meu trabalho nasce da narrativa honesta e da observação atenta. Tendo começado a minha carreira no cinema e em videoclipes, trato cada casamento como um documentário vivo.
Não acredito na “perfeição encenada” nem em protocolos rígidos. Em vez disso, foco-me no “espaço entre as palavras” — nos olhares silenciosos, na energia nervosa e na alegria espontânea.
O objetivo é criar um legado visual que se sinta exatamente como o próprio dia: cru, intencional e profundamente humano.
Embora a minha base seja em Lisboa, o meu trabalho leva-me a percorrer todos os cantos deste país.
Especializo-me em documentar destination weddings em Sintra, cerimónias íntimas nas vinhas de Alenquer e celebrações marcantes nas herdades do Alentejo. Quer estejam a planear um elopement no Porto ou um casamento de verão no Algarve, estou disponível para viajar por todo o Portugal (e pelo mundo) para contar a vossa história sob a luz mais autêntica possível.
Para me manter “invisível” e fiel a uma abordagem documental, escolho as minhas ferramentas com intenção. Sou um fotógrafo fiel ao sistema Fujifilm, utilizando a série X (como a Fuji X-H2s) pela sua ciência de cor lendária e pelo silêncio de operação.
Estas câmaras mirrorless, compactas e discretas, permitem-me circular com liberdade, capturando desde cerimónias em interiores com luz ténue a festas vibrantes ao ar livre, sem a intrusão de equipamento volumoso.
Sem direções. Sem pressas. Sem interrupções.
Presença discreta. Energia calma. Confiança.
Não sou a pessoa que mais se faz notar na sala — e isso é intencional.
Movimento-me em silêncio, observando, esperando que os momentos aconteçam. Não interrompo abraços nem vos retiro de conversas. Nunca vos pedirei para repetirem algo que já aconteceu.
A minha edição é minimalista e consciente. A minha abordagem é tranquila. Os casais costumam dizer-me que se esqueceram que eu estava lá — até verem as fotografias e o filme e perceberem que nada foi esquecido.
É exatamente assim que quero que se sintam: como se eu fosse invisível, mas estivesse totalmente presente.




Sem personagens. Sem exageros. Apenas quem eu sou.
Sem futilidades. Sem ruído. Sem pressa de impressionar.
Algo mais silencioso. Algo duradouro.
Não estou aqui para criar apenas “conteúdo” para o dia de hoje. Estou aqui para criar algo que ainda importe daqui a muitos anos — algo que vos transporte de volta àquilo que sentiram ao estar lá.
É esse o propósito da Make Me Feel.
“Fotografia Documental de Casamentos em Portugal”

