Uma abordagem personalizada à fotografia documental de casamento em Lisboa.
Não estão aqui para serem convencidos. Estão aqui porque algo já ressoou em vocês. Por isso, começamos de forma simples — com uma conversa real.
Isto não é apenas sobre uma lista de fotos; é sobre como se querem sentir durante o vosso destination wedding em Portugal. Vamos falar sobre a vossa forma de estar no mundo e sobre o tipo de energia que querem levar convosco ao longo do dia.
Ao focarmos na vossa história, em vez de numa encenação, criamos espaço para que algo real aconteça.

Sem cronogramas rígidos. Sem controlo excessivo. Sem sobrecarga.
Não vou planear o vosso dia por vocês — mas vou ajudar-vos a protegê-lo.
Falamos sobre a luz, o ritmo e os locais que merecem espaço para respirar. Quer estejamos a explorar os recantos escondidos de Lisboa ou a encontrar o ponto perfeito para o pôr do sol nas vinhas de Alenquer, o meu objetivo é eliminar qualquer atrito.
Quando o dia chegar, não terão de se perguntar onde estou ou o que estou a fazer. Já teremos construído a confiança necessária para uma verdadeira narrativa documental de casamento.



Sem direções. Sem interrupções. Sem vos tirar do momento.
Não apareço apenas para “conseguir a imagem”. Apareço para notar o que está a acontecer.
Para me enquadrar na categoria de fotografia espontânea e videógrafo de casamento em Lisboa, movimento-me em silêncio, observando e esperando que os momentos terminem em vez de os moldar. A respiração nervosa antes da cerimónia, a forma como os vossos ombros relaxam após os votos — tanto o caos como o silêncio importam.
Quanto menos pensarem na câmara, mais a vossa história se torna real. É assim que capturo filmes de casamento honestos em Portugal que parecem ganhar vida, além da Fotografia Documental de casamento em Lisboa.

Sem ruído. Sem espetáculo. Sem nada a provar.
Apenas a conexão.
As partes mais importantes de um casamento raramente são as mais ruidosas.
Elas vivem nas pausas. Nos olhares que duram mais meio segundo. Na forma como duas pessoas existem juntas quando ninguém está a pedir nada delas. É nesse espaço que eu trabalho.
Fotografo o “entre-momentos” — não por ser subtil, mas por ser honesto. Cada imagem é construída para carregar o mesmo peso que o momento teve quando o viveram.
Sem ser congelada.
Viva.




No trends. No over-editing. No shortcuts.
Depois do dia passar, abrando o ritmo. Edito pessoalmente, imagem por imagem, protegendo os tons de pele, a luz e a continuidade emocional.
A vossa galeria online final e o vosso filme cinematográfico chegam como uma história completa, e não apenas como um resumo de momentos.
Porque a perfeição torna-se datada, mas o sentimento de um casamento autêntico em Portugal nunca passa de moda. Não estou aqui para criar conteúdo para o dia de hoje; estou aqui para criar algo que vos transporte de volta daqui a muitos anos.
Sem intrusão. Sem encenação. Sem esquecimento.
Desde o primeiro olá até ao último fotograma, movimento-me discretamente ao vosso lado — observando, notando e deixando o dia respirar. Quando ajuda, guio-vos suavemente: em direção a uma melhor luz, a espaços mais calmos ou a momentos que merecem um pouco mais de espaço. Nada de complicado. Nada de forçado. Apenas pequenos ajustes que permitem que o que já lá está se revele de forma mais bonita.
Vou pedir-vos que caminhem. Que se riam. Que estejam próximos. Nunca que representem.
O que me importa são os momentos que parecem reais — o olhar que se demora, o riso que escapa, o silêncio que se instala quando ninguém está a pedir nada de vocês. Eu noto esses momentos e protejo-os.
Preservo-os com cuidado, imagem a imagem — não como fotografias, mas como a sensação de estar lá. Vocês vivem o dia: a alegria, o caos, a calma, o amor. Eu garanto que nada se perde. Mantenho-o vivo, na sua luz, no seu movimento, na sua verdade.
É esse o significado do Make Me Feel.